Nova proposta

Para que eu e o cliente possamos ter maior flexibilidade e ao mesmo tempo atender às solicitações pontuais dos clientes estou criando o atendimento através de sessões avulsas de Life coach, PNL ou mentoring.

Serão sessões avulsas de uma hora com temas específicos ou com tema trazido pelo cliente, segue abaixo alguns temas:

  • Análise de suas áreas da vida com escolha de ações para melhoria imediata – a vida fica excelente quando todas as áreas que a compõe encontram equilíbrio. Aprender a fazer essa análise é um poderoso recurso.
  • Análise do impedimento da meta e como retirá-lo – muitas vezes temos uma meta que não estamos conseguindo atingir e não entendemos o porque. Esta técnica permite descobrir e neutralizar os impedimentos , além de alavancar seus recursos internos. Poderosa.
  • Enfrentando um grande desafio – se você tem um grande desafio pela frente e quer se fortalecer para enfrentá-lo, essa sessão é a certa.
  • Estratégia pessoais para metas – cada pessoa tem uma estratégia interna para realizar metas, ao descobrir a sua estratégia e utilizá-las suas metas serão atingidas com muito mais facilidade
  • Criar um plano de ação para uma meta específica – como começar e alavancar sua meta
  • Gestão do tempo – como gerir seu tempo de forma a conseguir fazer tudo o que você deseja com calma
  • Comunicação e feedback – aprenda a se comunicar melhor e a dar feedback com eficiência
  • Quem sou e o que quero – Essa é uma questão muito atual hoje, a descoberta de quem somos e qual nosso lugar no mundo – reflexão que reposiciona sua visão de vida
  • Crenças – detectando e eliminando ( necessário duas sessões) – Nossas crenças determinam nossa vida e na maioria das vezes nos limitam e impedem de crescer. Eliminar essas crenças nos liberta.
  • Meditação – melhor forma de eliminar o stress e conquistar equilíbrio interno, possuo várias técnicas, descubra qual é mais adequada a você
  • Neutralizando uma situação paralisante – Quando você pensa num trauma, ou em enfrentar uma situação isso te paralisa, nessa sessão utilizo uma poderosa técnica de PNL que irá eliminar essa sensação.
  • Descobrindo competências que nem você sabe que tem – você pensa que precisa ter algum recurso interno e acha que nunca o terá: coragem, determinação ,foco ,…… mas é possível adquirir em uma unica sessão.
  • Controlando seus pensamentos (TC)– Você pensa demais, acredita que seu pensamento está fora de controle, existem poderosas te´cnicas que podem te auxiliar a tranquilizar.
  • Administrando suas preocupações – você vive preocupado, não tem um segundo de paz interior, venha resolver isso
  • Autoimagem e criança interior – acolhimento e empoderamento
  • Aprendendo a organizar sua casa – Arrumar a casa, arruma seu interior, por que o que está fora é o reflexo do que está dentro. Venha aprender uma nova forma de fazer isso de modo consciente.
  • Estratégia Disney – aprenda a utilizar essa excelente ferramenta de PNL que traz criatividade com clareza e objetividade
  • EFT – Emotional Freedom Technique – técnica poderosa para eliminar medos, e emoções negativas
  • Aprendendo a fazer mapas mentais – técnica poderosa de estudo e memorização
  • Entrando em contato com seu eu superior– descobrir seu eixo vertical e diferenciar ego x eu superior
  • Superar perda – técnica para superar perda ou luto
  • Aprendendo a viver no agora – se seu pensamento vive no passado ou em preocupações com o futuro, você está deixando de viver o unico momento possível, o agora
  • Como tomar sua vida em suas mãos – Você vive atendendo a solicitações externas e perdeu o controle sobre sua vida?

Bom esses são apenas exemplos de sessões avulsas de coaching.
Você poderá propor um tema a ser trabalhado.
Presencial na Vila Mascote ou por chamada de video.

Cada sessão terá uma hora de duração (ás vezes , um pouco mais) e um custo de R$270,00. Possível parcelamento por pag seguro ou pay pal ( pode ter juros).

Agende sua sessão pelo whatsapp (11) 998066308

Possibilidade de pacote completo do processo de life coaching altamente personalizado com 10 sessões de uma hora e meia a duas horas cada a um custo total de R$3800,00 à vista. Possível parcelamento por pag seguro ou pay pal ( pode ter juros).

Anúncios

Mito da Caverna – você vive a realidade?

Temos uma certa tendência a defender ferozmente o que consideramos realidade. Esse é o maior motivo de discussões e atritos. Acreditamos com toda certeza de que nosso ponto de vista é o correto.
Devemos nos lembrar que aquilo que consideramos “verdade”, não é a verdade em si, mas apenas a percepção filtrada que temos da mesma. Pode ser que ninguém esteja vendo a verdade, em sua concepção original. Será que um dia iremos desvendá-la?
Platão, quatro séculos A.C., falou sobre isso com muita propriedade em seu “Mito da Caverna”.
Apresento aqui o texto completo referente na tradução de Enrico Corvisieri publicada na coleção “Os Pensadores”.O diálogo é entre Sócrates e Glauco, escrito por Platão…Sócrates – Agora imagina a maneira como segue o estado da nossa natureza relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoço acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.
Glauco – Estou vendo.
Sócrates – Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objetos de toda espécie, que o transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem em silêncio.
Glauco – Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.
Sócrates – Assemelham-se a nós. E, para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e dos seus companheiros, mais do que as sombras projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica de fronte?
Glauco – Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?
Sócrates – E com as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?
Glauco – Sem dúvida.
Sócrates – Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas que tomariam por objetos reais as sombras que veriam?
Glauco – É bem possível.
Sócrates – E se a parede do fundo da prisão provocasse eco, sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles?
Glauco – Sim, por Zeus!
Sócrates – Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados.
Glauco – Assim terá de ser.
Sócrates – Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras. Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?
Glauco – Muito mais verdadeiras.
Sócrates – E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são realmente mais distintas do que as que se lhe mostram?
Glauco – Com toda a certeza.
Sócrates – E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando tiver chegado à luz, poderá, com os olhos ofuscados pelo seu brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos verdadeiras?
Glauco – Não o conseguirá, pelo menos de início.
Sócrates – Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver os objetos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e a sua luz.
Glauco – Sem dúvida.
Sócrates – Por fim, suponho eu, será o Sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal como é.
Glauco – Necessariamente.
Sócrates – Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.
Glauco – É evidente que chegará a essa conclusão.
Sócrates – Ora, lembrando-se da sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que aí foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?
Glauco – Sim, com certeza, Sócrates.
Sócrates – E se então distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou em último lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples criado de charrua, a serviço de um pobre lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?
Glauco – Sou da tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.
Sócrates – Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente da luz do Sol?
Glauco – Por certo que sim.
Sócrates – E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras, estando ainda sua vista confusa e antes que os seus olhos se tenham recomposto, pois habituar-se à escuridão exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se a alguém tentar libertar e conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?
Glauco – Sem nenhuma dúvida.