Reunião do dia 29 abril Grupo Anthony Robbins

submodalidadesEstou gostando de ver a ativa participação dos componentes do grupo.

Fico feliz em ver que não é apenas um grupo para estudar, mas sim

para colocar em prática o que é aprendido e trazer mudanças efetivas

para sua vida.

grata pela participação de todos.

Segue abaixo resumo da reunião do dia 29 de abril referente a segunda parte

do capitulo 7 do livro “Desperte seu gigante interior” com o tema Submodalidades

Grupo de estudosreunião 14cap 7 parte2

Próxima reunião dia 27 de maio 2014 – capitulo 8 com o tema ” as perguntas são as respostas.

Mito da Caverna – você vive a realidade?

Temos uma certa tendência a defender ferozmente o que consideramos realidade. Esse é o maior motivo de discussões e atritos. Acreditamos com toda certeza de que nosso ponto de vista é o correto.
Devemos nos lembrar que aquilo que consideramos “verdade”, não é a verdade em si, mas apenas a percepção filtrada que temos da mesma. Pode ser que ninguém esteja vendo a verdade, em sua concepção original. Será que um dia iremos desvendá-la?
Platão, quatro séculos A.C., falou sobre isso com muita propriedade em seu “Mito da Caverna”.
Apresento aqui o texto completo referente na tradução de Enrico Corvisieri publicada na coleção “Os Pensadores”.O diálogo é entre Sócrates e Glauco, escrito por Platão…Sócrates – Agora imagina a maneira como segue o estado da nossa natureza relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoço acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.
Glauco – Estou vendo.
Sócrates – Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objetos de toda espécie, que o transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem em silêncio.
Glauco – Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.
Sócrates – Assemelham-se a nós. E, para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e dos seus companheiros, mais do que as sombras projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica de fronte?
Glauco – Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?
Sócrates – E com as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?
Glauco – Sem dúvida.
Sócrates – Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas que tomariam por objetos reais as sombras que veriam?
Glauco – É bem possível.
Sócrates – E se a parede do fundo da prisão provocasse eco, sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles?
Glauco – Sim, por Zeus!
Sócrates – Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados.
Glauco – Assim terá de ser.
Sócrates – Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras. Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?
Glauco – Muito mais verdadeiras.
Sócrates – E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são realmente mais distintas do que as que se lhe mostram?
Glauco – Com toda a certeza.
Sócrates – E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando tiver chegado à luz, poderá, com os olhos ofuscados pelo seu brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos verdadeiras?
Glauco – Não o conseguirá, pelo menos de início.
Sócrates – Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver os objetos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e a sua luz.
Glauco – Sem dúvida.
Sócrates – Por fim, suponho eu, será o Sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal como é.
Glauco – Necessariamente.
Sócrates – Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.
Glauco – É evidente que chegará a essa conclusão.
Sócrates – Ora, lembrando-se da sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que aí foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?
Glauco – Sim, com certeza, Sócrates.
Sócrates – E se então distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou em último lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples criado de charrua, a serviço de um pobre lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?
Glauco – Sou da tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.
Sócrates – Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente da luz do Sol?
Glauco – Por certo que sim.
Sócrates – E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras, estando ainda sua vista confusa e antes que os seus olhos se tenham recomposto, pois habituar-se à escuridão exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se a alguém tentar libertar e conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?
Glauco – Sem nenhuma dúvida.

Mudança de percepção

Muitos de nossos problemas encontram solução apenas com uma pequena mudança de percepção. Para cada situação a resolver devemos ter, ao menos três pontos de vista diferenciados, antes de tomar uma decisão.

Veja abaixo, como uma pequena mudança de percepção pode fazer voce enxergar a realidade de outro modo.

Um processo de coaching poderá ensiná-lo a encontrar diferentes percepções para cada situação.

 

Destralhe-se

-“-Bom dia, como tá a alegria”? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar.
-“-Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste!” e ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, “quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; 12 fazem a vida prosperar”.
Falando nisso, “vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada”. Já ouviu falar em toxinas da casa?
Pois são:
– objetos que você não usa,
– roupas que você não gosta ou não usa há um ano,
– coisas feias,
– coisas quebradas, lascadas ou rachadas,
– velhas cartas, bilhetes,
– plantas mortas ou doentes,
– recibos/jornais/revistas, antigos,
– remédios vencidos,
– meias velhas, furadas,
– sapatos estragados…


Ufa, que peso!
“O que está fora está dentro e isso afeta a saúde”, aprendi com dona Francisca. “Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa!“, ela diz, enquanto me ajuda a ‘destralhar’, ou liberar as tralhas da casa…
O ‘destralhamento’ é a forma mais rápidas de transformar a vida e ajuda as outras eventuais terapias.
Com o destralhamento:
– A saúde melhora;
– A criatividade cresce;
– Os relacionamentos se aprimoram…


É  comum se sentir cansado, deprimido, desanimado, em um ambiente cheio de entulho, pois “existem fios invisíveis que nos ligam à tudo aquilo que possuímos”.

Outros possíveis efeitos do “acúmulo e da bagunça”:
– sentir-se desorganizado;
– fracassado;
– limitado;
– aumento de peso;
– apegado ao passado…


No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga;Na entrada, restringem o fluxo da vida;Empilhadas no chão, nos puxam para baixo;Acima de nós, são dores de cabeça;
“Sob a cama, poluem o sono”.

“Oito horas, para trabalhar;Oito horas, para descansar; Oito horas, para se cuidar.”

Perguntinhas úteis na hora de destralhar-se:

– Por que estou guardando isso?
– Será que tem a ver comigo hoje?
– O que vou sentir ao liberar isto?

…e vá fazendo pilhas separadas…
– Para doar!
– Para jogar fora!

Para destralhar mais:
– livre-se de barulhos,
– das luzes fortes,
– das cores berrantes,
– dos odores químicos,
– dos revestimentos sintéticos…

e também…
– libere mágoas,
– pare de fumar,
– diminua o uso da carne,
– termine projetos inacabados.

Dona Francisca me conta que “as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo”.. a gente deveria de ser assim, ela diz
“Destralhar ajuda a adocicar.”

Texto de Carlos Solano

Enviado Por Soraya Felix – http://prosamagica.blogspot.com.br/

O mundo Quântico

Será que o mundo é o que percebemos dele?

Algumas vezes citei aqui que o que pensamos ser a realidade, é derivado apenas de nossas percepções e vivências pessoais. Cada pessoa traz um conceito diferente de realidade.
Quando eu falava sobre isso, citava a idéia formada em nosso cérebro, advinda de nossas convicções e crenças.

Mas, e o mundo físico, que pensamos ser concreto, estanque, imutável, será que é realmente assim? Ou estamos todos envolvidos num enorme véu de ilusão?

Deixo abaixo um breve relato inicial das descobertas sobre o mundo quântico para refletir.

Obs: se a legenda não entrar automaticamente, clique no botão cc da barra de controle do video.