Agenda de maio 2015

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As borboletas transparentes

Para essa época  de reflexão e renascimento, deixo uma pequena história do livro “Histórias, reflexões e metáforas” de Jairo Mancilha e José  Carlos Reyes

pascoa22014“No princípio todas as borboletas eram transparentes.

Moravam em um território agreste, sem cor e sem a oportunidade de diferenciarem-se umas das outras. Também não conheciam o sentido da beleza. Muitas delas permaneciam inertes, deitadas sobre as  pedras, esperando que o vento lhes trouxesse algum alimento.

De repente, um dia, um raio de sol conseguiu atravessar as nuvens, deixando entrever o cume das montanhas. Muitas das borboletas, pela primeira vez, divisaram o portal de arco-iris que se erguia sobre o pico mais alto e também pela primeira vez sentiram a necessidade de  chegar até o Criador, imaginando que ele morava atrás do arco-íris.

Então, levantaram vôo.

Fortificando suas asas, muitas delas chegaram ao alto da montanha, onde conheceram a beleza da natureza, escutaram belas melodias, o canto das aves, o refrescante som das cachoeiras e se sentiram atraídas pelo aroma das flores.pascoa2014

Ao chegar à noite preferiram pousar entre as pétalas misturando-se com o pólen e dormiram satisfeitas.

Ao amanhecer, sentiram uma sutil umidade. Era o carvalho da madrugada e, assim, cada uma adquiriu a cor da flor aonde havia pousado.

Com as asas fortalecidas e gratas à vida, transportaram o pólen criando novos jardins em outros horizontes.”

José Carlos Reyes

 

simplesmente humanidade

Comentei diversas vezes que nosso cérebro atrai onde estiver o maior foco.

humanidadeEntão, quando lutamos contra a guerra algo, atraimos mais guerra.

Da mesma maneira , isso ocorre para qualquer coisa no qual nos focamos constantemente.

Devemos aprender a atrair e a lutar pelo que efetivamente queremos.

No caso do racismo, trata-se de parar de focar as diferenças e começar a elencar o que temos de semelhanças, na realidade, trata-se de olhar-nos como humanidade. Como todo.

sobre isso deixo aqui uma frase de Morgan Freeman que gosto muito.

simpleshumanidade

 

Uma viagem

Eu, ao vento, com o por do sol como pano de fundo.“Uma viagem não precisa de motivos. Não demora a provar que se basta a si mesmo.  Voce acha que vai fazer uma viagem, mas logo percebe que é a viagem que faz ou desfaz voce.”

Nicolas Bouvier – em “ o Uso do Mundo” – 1963

A dieta ideal

salada_idealConforme vamos aprendendo a gostar de nós mesmos, passamos a nos preocupar com o que faz bem comer. O que digere melhor, o que nos da mais energia. No entanto, vemos uma certa neurose coletiva por emagrecimento, as vezes até um ponto não muito aceitável, nem mesmo pelos médicos.

Particularmente, sempre acreditei ( dentro de meu mapa mental) que nosso corpo e aparência é o resultado claro do que pensamos ou sentimos. Se estivermos felizes, realizados, naturalmente o corpo encontra sua forma perfeita e equilibrada.

Escolho bem os alimentos, gosto muito das escolhas propostas por Anthony Robbins veja em https://andreabertoncel.wordpress.com/2012/07/19/seis-chaves-para-uma-vida-saudavel-2/, mas não faço regimes. Anthony Robbins diz para sempre nos perguntarmos,alimentação

– isso que vou ingerir fluirá bem em meu organismo? me trará energia e saúde?

claro que o prazer e a felicidade deve também ser levado em conta, mas como prazer mesmo, não como compensação ou presentes para tapar frustrações ou tristezas e com equilíbrio.

É necessário desenvolver um bom senso para avaliar o que vai em nossa alma e em nosso corpo. Talvez nossos avós sabiam disso. Minha bisavó morreu com 96 anos e dizia que o que a mantinha viva era o vinho, boa alimentação (imagina só, era italiana)  e banhos frios diários 🙂

Como qualquer caminho de vida, nossas escolhas alimentares devem ser pessoais e respeitadas por todos. Não somos iguais e temos necessidades fisicas, etéricas, emocionais e espirituais diferenciadas. Devemos encontrar nosso equilíbrio, nosso caminho de felicidade e de plenitude interior.