Construindo seu futuro passo a passo

“De que modo você pode aproveitar o dia de hoje como um investimento para o seu futuro? A cada dia damos, conscientemente ou não, passos para a construção de nosso futuro. Você está focado no que quer para sua vida? em suas diversas áreas da vida? saúde, carreira, relacionamentos, dinheiro, lazer, espiritualidade,….. A cada dia temos a chance de criar pequenas ações diferentes que nos conduzem a um resultado.

Destaque

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Pequenos passos

“Quem quiser alcançar um objetivo distante tem de dar muitos passos curtos”
Helmut Schmidtpassos curtos

Para que serve o horizonte?

Certa vez alguém chegou no céu
e pediu pra falar com Deus porque,
segundo o seu ponto de vista,
havia uma coisa na criação que não tinha
nenhum sentido…
Deus o atendeu de imediato,
curioso por saber qual era a falha
que havia na Criação.
– Senhor Deus, sua criação é muito bonita,
muito funcional, cada
coisa tem sua razão de ser…
mas no meu ponto de vista, tem uma coisa que
não serve para nada – disse aquela pessoa para Deus.
– E que coisa é essa que não serve para nada? – perguntou Deus.
– É o horizonte. Para que serve o horizonte?
Se eu caminho um passo em direção ao horizonte,
ele se afasta um passo de mim. Se caminho dez passos,
ele se afasta outros dez passos.
Se caminho quilômetros em direção ao horizonte, 
ele se afasta os mesmos quilômetros de mim…
Isso não faz sentido! O horizonte não serve pra nada.
Deus olhou para aquela pessoa, sorriu e disse:
– Mas é justamente para isso que serve o horizonte…
“para fazê-lo caminhar”

A parábola da corda

Uma mente apegada a suas crenças é como um homem agarrado a uma corda.
Ele se agarra à corda para preservar sua vida, pois sabe que, se soltá-la, cairá para a morte.
Seus pais, seus professores e muitos outros lhe disseram que assim é; e, quando olha em volta, ele vê que todos fazem o mesmo.
Nada o induziria a soltar a corda.
E o sábio se aproxima. Ele sabe que é inútil agarrar-se à corda, sabe que a segurança oferecida é ilusória e apenas nos mantém onde estamos. As
sim, procura um modo de dissipar as ilusões daquele homem e ajudá-lo a libertar-se.
Fala da segurança real, da alegria mais profunda, da verdadeira felicidade, da paz de espírito. Diz-lhe que ele pode provar tudo isso; basta soltar um dedo da corda.
“Um dedo”, pensa o homem. “Um dedo não é muito para arriscar por um gostinho do êxtase”. E concorda em fazer sua primeira iniciação.
E sente o gosto de maior alegria, felicidade e paz de espírito.
Mas não o suficiente para lhe trazer realização duradoura.
“Podes ter ainda maior alegria, felicidade e paz”, diz o sábio, “basta soltares um segundo dedo.”
“Isso”, pensa o homem, “já vai ser mais difícil. Será que eu consigo? Será que é seguro? Será que eu tenho coragem? “ Hesita, flexiona o dedo, sente como seria se soltasse a corda um pouco mais…e se arrisca.
Está aliviado por descobrir que não caiu para a morte; pelo contrário, descobre maior felicidade e paz interior.
Seria possível ter ainda mais?
“Acredita em mim”, diz o sábio. “Não deu certo até agora? Conheço os teus medos, sei o que tua mente está a te dizer – que isso é uma loucura, que vai contra tudo o que aprendeste – mas, por favor, confia em mim. Olha pra mim, não sou livre? Prometo que estarás a salvo e conhecerás ainda maior felicidade e contentamento.”
“Será que realmente quero tanto a felicidade e a paz interior”, pergunta-se o homem, “para arriscar tudo o que tanto amo? Em princípio, sim; mas como posso ter certeza de que estarei a salvo, de que não cairei?” Com uma pequena prece, ele começa a olhar para seus medos, a considerar a fonte de seus medos e a explorar aquilo que realmente quer.
Vagarosamente, sente que seus dedos perdem a tensão e relaxam. Ele sabe que pode fazê-lo. E sabe que precisa fazê-lo. É apenas uma questão de tempo até soltar a corda.
E, quando a solta, uma sensação de paz ainda maior flui através dele.
Ele pende agora por um único dedo. A razão lhe diz que já deveria ter caído há um ou dois dedos atrás, mas ele não caiu. “Há algo errado em agarrar-se?” , ele se pergunta. “Eu estive errado o tempo todo?”
“Esse último dedo depende apenas de ti mesmo”, diz o sábio. “Não posso te ajudar mais. Mas lembra, teus medos não têm razão de ser.”
Confiando em sua calma voz interior, ele aos poucos solta o último dedo.
E nada acontece.
Ele fica exatamente onde estava.
E então percebe por quê. Ele estava com os pés no chão o tempo todo.
E, ao olhar para o chão, sabendo que nunca mais precisará agarrar-se à corda, ele encontra a verdadeira paz de espírito.