Sentir-se perdido e exausto

hong-kong-skyline-2560x1440-wallpaperAtualmente o mundo anda caótico. Com todo desenvolvimento tecnológico pensávamos estar adquirindo mais qualidade de vida. No entanto, paralelamente a isso, fomos obtendo mais informação e maiores responsabilidades.

Nossa vida cotidiana tem  mudado rapidamente, não nos dando tempo suficiente de assimilação de tudo o que ocorre a nossa volta.

Nós também estamos mudando. Ao mesmo tempo que sabemos mais sobre  o ocorre no nosso planeta nos  sentimos incapazes de trazer novas soluções até mesmo para os nossos desafios cotidianos .
As solicitações externas nos angustiam, nos pressionam. Sentimo-nos perdidos e exaustos.

Temos a sensação de estarmos fora de nós mesmos, meio robóticos, meio …sem vida.

Para nossa defesa, escondemos nossas emoções e usamos mais nosso intelecto que aparenta ser a melhor solução. E aí, quando a emoção aprisionada se apresenta, não é da melhor forma.

O que podemos fazer?cerebro-mente

Comece a pensar no que é eterno em você. Do que você não abriria mão em sua vida, não importa quantas mudanças ouverem no mundo?
Sua família? sua saúde? seus princípios? amizades?Sua capacidade criativa?sua capacidade de amar o próximo?

Busque diariamente viver intensamente o que é eterno dentro de você. Aqueles alimentos invisíveis que dão sentido a nossa vida. Que, na realidade, são o motivo de querermos ser melhor a cada dia. Aquilo que nos faz sentir VIVOS.

Deixe um pequeno momento todos os dias para estar consigo mesmo e reflita:
O que é eterno em mim?

Quem eu sou como essência?

Qual minha principal característica, aquilo que me torna único?

O que é importante em minha vida?

O que é invisível e tem grande valor para mim?

Como posso vivenciar m36293488-island-wallpaperais tudo isso no dia de hoje?

Algumas respostas não surgirão de imediato, mas continue se perguntando.

Foque no eterno em você e as mudanças não te afetarão, serão naturais, por que você será uma rocha firme que nenhum vento poderá abalar.

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O homem mais feliz do mundo

Quando definimos uma meta a ser conquistada, buscamos a satisfação de uma emoção ou de um valor interno. Isso é fácil de detectar quando nos perguntamos: ” quando atingir essa meta? o que você irei ganhar interiormente?”

RicardMas, e felicidade? Como diz Mike Dooley em sua palestra “O código de Matrix”, felicidade é um sentimento autonomo que podemos criar em nossa mente e ficará lá para sempre.

Muitas pesquisas em diferentes Universidades tem sido feitas sobre o que causa a felicidade e a direção das respostas obtidas é a mesma: temos que treinar nosso cérebro para criar caminhos neurais fortalecidos de felicidade.

Sobre isso deixo abaixo esse video sobre o Homem mais feliz do mundo.

Não quero aqui dizer que você precisa largar o mundo e morar no Himalaia como ele, mas sim, que você pode, em qualquer lugar do mundo, desenvolver sua felicidade interna através de um treino constante de seus pensamentos e emoções 🙂

 

 

 

 

E agora? o que vai querer dizer?

gangesAconteceu: Buda estava sentado embaixo de uma árvore falando aos seus discípulos. Um homem se aproximou e deu-lhe um tapa no rosto. Buda esfregou o local e perguntou ao homem…

– E agora? O que vai querer dizer?

O homem ficou um tanto confuso porque ele próprio não esperava que, depois de dar um tapa no rosto de alguém, essa pessoa perguntasse: “E agora?” Ele não passara por essa experiência antes. Ele insultava as pessoas e elas ficavam com raiva e reagiam. Ou, se fossem covardes, sorriam, tentando suborná-lo. Mas Buda não era nem uma coisa nem outra; ele não ficara com raiva nem ofendido, nem tampouco fora covarde. Apenas fora sincero e perguntara: “E agora?” Não houve reação da sua parte.

Os discípulos de Buda ficaram com raiva, reagiram. O discípulo mais próximo, Ananda, disse:

– Isso foi demais: não podemos tolerar. Buda, guarde os seus ensinamentos para o senhor e nós vamos mostrar a este homem que ele não pode fazer o que fez. Ele tem de ser punido por isso. Ou então todo mundo vai começar a fazer dessas coisas.

– Fique quieto – interveio Buda – Ele não me ofendeu, mas VOCÊ está me ofendendo. Ele é novo, um estranho. E pode ter ouvido alguma coisa sobre mim de alguém, pode ter formado uma idéia, uma noção a meu respeito. Ele não bateu em mim; ele bateu nessa noção, nessa idéia a meu respeito; porque ele não me conhece, como ele pode me ofender? As pessoas devem ter falado alguma coisa a meu respeito, que “aquele homem é um ateu, um homem perigoso, que tira as pessoas do bom caminho, um revolucionário, um corruptor”. Ele deve ter ouvido algo sobre mim e formou um conceito, uma idéia. Ele bateu nessa idéia.

“Se vocês refletirem profundamente”, continuou Buda, “ele bateu na própria mente. Eu não faço parte dela, e vejo que este pobre homem tem alguma coisa a dizer, porque essa é uma maneira de dizer alguma coisa: ofender é uma maneira de dizer alguma coisa. Há momentos em que você sente que a linguagem é insuficiente: no amor profundo, na raiva extrema, no ódio, na oração.

Há momentos de grande intensidade em que a linguagem pe impotente; então você precisa fazer alguma coisa. Quando vocês estão apaixonados e beijam ou abraçam a pessoa amada, o que estão fazendo? Estão dizendo algo. Quando vocês estão com raiva, uma raiva intensa, vocês batem na pessoa, cospem nela, estão dizendo algo. Eu entendo esse homem. Ele deve ter mais alguma coisa a dizer; por isso pergunto: “E agora?”

O homem ficou ainda mais confuso! E buda disse aos seus discípulos:

– Estou mais ofendido com vocês porque vocês me conhecem, viveram anos comigo e ainda reagem.

Atordoado, confuso, o homem voltou para casa. Naquela noite não conseguiu dormir. (…)

Na manhã seguinte, o homem voltou lá e atirou-se aos pés de Buda. De novo, Buda lhe perguntou:

– E agora? Esse seu gesto também é uma maneira de dizer alguma coisa que não pode ser dita com a linguagem. (…) – Voltando-se para os discípulos, Buda chamou: – Olhe, Ananda, este homem aqui de novo. Ele está dizendo alguma coisa. Este homem é uma pessoa de emoções profundas.

O homem olhou para Buda e disse?

– Perdoe-me pelo que fiz ontem.

– Perdoar? – exclamou Buda. – Mas eu não sou o mesmo homem a quem você fez aquilo. O Ganges continua correndo, nunca é o mesmo Ganges de novo. Todo homem é um rio. O homem em quem você bateu não está mais aqui: eu apenas me pareço com ele, mas não sou mais o mesmo; aconteceu muita coisa nestas vinte e quatro horas! O rio correu bastante. Portanto, não posso perdoar você porque não tenho rancor contra você.

“E você também é outro”, continuou Buda. “Posso ver que você não é o mesmo homem que veio aqui ontem, porque aquele homem estava com raiva; ele estava indignado” Ele me bateu e você está inclinado aos meus pés, tocando os meus pés; como pode ser o mesmo homem? Você não é o mesmo homem; portanto, vamos esquecer tudo. Essas duas pessoas: o homem que bateu e o homem em quem ele bateu não estão mais aqui. Venha cá. Vamos conversar.”

O que herdamos de nossos pais?

o que você herdou de seu pai?Ontem foi dia dos pais e observar alguns pais saindo para comemorar, me fez refletir sobre o assunto.

Em muitas famílias os pais vivem em plena harmonia e compreensão com seus filhos, mas é um fato que  existem pais e filhos que não conseguem se entender, e viver o amor e a comunicação em sua plenitude.

Muitas vezes, o que incomoda nos filhos, é um diferente posicionamento/ percepção perante os fatos da vida, fato natural na evolução das gerações.

Porém outros fatores podem dificultar essa relação, então convido os filhos para que reflitam comigo:

– que características suas que você não aprecia, você herdou de seu pai? O que pode fazer para aceitá-las e/ou modificá-las?

– que reações emocionais suas, espontâneas, são exatamente as mesmas que seu pai tem perante uma dificuldade ou confronto? Essas reações são boas ou podem ser melhoradas?

– que idéias limitantes seu pai lhe ensinou e que não combinam mais com sua maneira de ser hoje? Como você pode resignificar essas idéias?

E também:

– que qualidades você desenvolveu que pode ver em seu pai?

– que crenças fortalecedoras seu pai lhe passou e que hoje sedimentam sua vida?

– que ditados seu pai vivia repetindo que ajudaram você a compor seus princípios de vida, seus valores pessoais?

– que capacidades, habilidades, você herdou de seu pai apenas por ter convivido com ele?

Lembre-se, seu pai lhe deu o seu maior presente – A vida, por isso: perdoe, ame, respeite e agradeça.

Foque no que ele tem de positivo, no que ele te passou de melhor, e perdoe os erros, por que ele estava fazendo o melhor que podia, errando e aprendendo, exatamente como você está fazendo agora com seus filhos.

O segredo – o filme e o livro

Eu não poderia deixar de indicar esse livro/filme.
De início parece ser mais um filme de pensamento positivo ou auto-ajuda, porém é muito mais que isso. É um guia para o trabalho pessoal sobre manter foco, trabalhar as emoções, a imaginação,  de ter clareza sobre o poder que todos temos de construir nossas vidas futuras e sobre agir, tudo isso na mesma direção, ativando a lei da atração.

Por isso recomendo esse filme/livro como um estudo inicial do tema.

Sinopse:
“The secret – O segredo” reúne histórias reais e os testemunhos das pessoas que transformaram profundamente suas vidas. Seja na saúde, nas finanças, nos relacionamentos, na erradicação das doenças, superação de obstáculos e na conquista de coisas consideradas impossíveis.
Ao longo de séculos, existe um poder oculto e inexplorado, muito perto de nós, que poderá trazer alegria a cada aspecto da vida. Trata-se do Segredo, revelado nas páginas do livro e no filme de Rhonda Byrne, produtora australiana especializada em programas de variedades para rádio e tv.
Rhonda passou por momentos traumáticos em sua vida profissional e pessoal que a levaram a achar que os seus problemas não teriam mais solução. Até ter em mãos um pequeno livro antigo, A Ciência do Enriquecimento, a autora soube exatamente qual seria sua missão: revelar a sabedoria dos homens e mulheres que já compreendiam o Segredo. Entre eles estavam grandes cientistas, filósofos, atletas, músicos, escritores, estadistas, que se transformaram em exemplos, referências para toda a humanidade.
Este poder, que no livro é comentado por cientistas, escritores, artistas, médicos, consultores financeiros e religiosos, pode ser resumido na famosa “lei da atração”: o mundo é sempre uma projeção da imagem que temos dele; se pensamos de forma negativa e destrutiva em relação a nós mesmos, dificilmente é possível vencer. Naturalmente, pensamos em tudo o que NÃO queremos; The secret – O segredo nos lembra que é preciso, SEMPRE, pensar no que se quer, agir com determinação e foco.
“The secret – O Segredo”, o livro e o filme, trata desta realidade que todos sabem mas freqüentemente esquecem: só faltava alguém juntar todas as peças.

Livro:
I.S.B.N.: 9788500019531
Altura: 18 cm.Largura: 13,7 cm.
Acabamento : Encadernado
.edição : 1 / 2007
.idioma : Português
.país de Origem : Brasil

DVD:
Código da Região : Região 4 – América Latina / Região 1 – EUA & Canadá
Colorido : SIM
Duração : Aprox. 91 Min
Formato de Tela : WIDESCREEN
.idioma : Português / Inglês
.sistema de Som : Dolby Digital 5.1 / Dolby Digital 2.0
Tipo de Mídia : DVD
.classificação Indicativa : Livre
Codificação de Imagem : NTSC
Número de Mídias : 1
Gênero : Documentário

abaixo trecho do trailer do filme: