Reunião de 17 de dezembro

Ontem finalizamos o capitulo 5 do livro Desperte seu gigante interior.
Os debates sobre dor e prazer se intensificam. Verificar quando estamos fugindo da dor ou nos aproximando do prazer muda nossa atitude perante cada momento.

Segue abaixo resumo

Grupo de estudosreunião 10 cap 5

nesse final de ano, vá em direção ao prazer: curta o verão, reveja os amigos e familiares, crie metas novas para 2014 e haja em prol delas, reserve um momento para conversar positivamente consigo mesmo, ame-se, mime-se 🙂 você pode e merece.

Reunião do dia 30 de julho

Fiquei muito feliz com a presença e participação de todos vocês, foi uma reunião. dinâmica.

Debatemos o inicio do capitulo 3 que trata sobre por que agimos como agimos- A FORÇA QUE MOLDA SUAS VIDAS

Foi um debate caloroso sobre como lidamos com dor e prazer e como esse equilíbrio é delicado.

Segue abaixo o resumo do que foi debatido, o conteudo inical do capitulo 3 do livro Desperte seu gigante interior de Anthony Robbins  com o tema – A força que molda suas vidas 

Grupo de estudosreunião 5 cap 3

Próxima reunião será no dia 20 de agosto às 20h00.

Saude e sucesso a todos

Vejam também: já foi lançado o programa para o Workshop de Anthony Robbins em Nova York em novembro – Desperte o poder interior  

 

 

Vencedores e perdedores

Imagem,

O que molda nossa vida?

Estamos sempre acreditando que os eventos externos controlam, conduzem e moldam nossa vida.
A cada evento que ocorre, ouvimos constantemente, “eu sou assim por tive uma criação tal”,  ou “ eu não tive escolha”ou “a vida é assim mesmo”, …

Mas será que isso representa a realidade?
Será que temos tão pouca influência sobre nossa vida assim?

Quantas vezes encontramos, por exemplo, dois profissionais com o mesmo cargo e na mesma empresa.  Um está ansioso, estressado, nervoso e angustiado, enquanto o outro, está feliz, positivo, encarando os desafios com vontade, parece até estar se divertindo.

Então, o que ocorre? O que os diferencia?

A cada evento de nossa vida, vamos acumulando vivências que se transformam em dados em nosso cérebro. O cérebro passa a generalizar essas informações e a avaliar os fatos de forma limitada e parcial. A cada novo evento, essa experiência anterior é ativada e agimos automaticamente.

Isto é muito bom para muitos aspectos da vida. Por exemplo, quando aprendemos a abrir uma garrafa, podemos praticamente abrir qualquer outra.

Mas quando se trata de assuntos mais complexos e pessoais, essas generalizações podem nos prejudicar, nos limitar e nos sabotar.
Nossas convicções são muito úteis para nos indicar o que pode nos fazer sofrer ou nos dar prazer. Porém é necessário lembrar que essas convicções  são justamente interpretações que fizemos de nossas experiências anteriores, prazeirosas ou não.
Na maior parte das vezes, interpretações erradas sobre esses fatos, pois na hora em que ocorreram provavelmente não havia informação suficiente para uma avaliação correta.

Quantas vezes descobrimos um fato familiar do passado que muda toda nossa interpretação sobre o que vivenciamos?

Vemos que não são os eventos que moldam nossas vidas, mas sim as crenças que temos a respeito dos fatos, isto é, são os significados que damos ao que ocorre, nossa interpretação pessoal baseada nas experiências, que define quem somos e que conduzem nossa vida.
Não é o ambiente, nossa formação, nossa personalidade, mas sim nossas convicções, aquilo que escolhemos como real, que faz com que nossa vida seja feliz e significativa ou uma vida de sofrimento e fracassos.
Porém isso pode e deve ser percebido e revisto conscientemente.

Comece a observar suas reações aos fatos.O que o levou a reagir de tal modo?
Depois avalie por pelo menos 3 pontos de vista diferenciados perante o fato.
Procure pelo menos um aspecto positivo ao que ocorreu e veja o que acontece.

Lembre-se, enquanto você não avaliar e rever suas convicções você ainda não está decidindo conscientemente no que vai acreditar e em como agir.
Está assumindo generalizações que podem ter sido criadas por interpretações erradas dos fatos passados, e o pior, que você acredita representar a realidade.

Chega disso !! O poder de uma decisão !!

Todos nós já passamos por momentos onde resolvemos dar um basta na situação em que nos encontrávamos, quando ela não era favorável. Existe um ponto exato em que simplesmente decidimos que não vamos mais aceitar passar por aquilo de novo.

CHEGA!!!

Passamos então, a elevar nosso padrão, não aceitando nada que não esteja num mínimo determinado.

Cada decisão tomada, desencadeia uma sequência de fatos que nos conduz a uma nova direção. Isso irá  determinar como você se sente e também quem está se tornando.

Quando não agimos em relação às escolhas tomadas, é muito comum entrarmos num estado de conformismo e passar a viver com uma qualidade de vida muito abaixo do que merecemos e podemos conquistar. Nesse caso, é que não houve uma real tomada de decisão.

Porém , quando uma decisão nova e verdadeira é tomada de forma coerente e empenhada,  como num passe de mágica, simplesmente tomamos ações diferenciadas que nos levam quase que de imediato a uma nova situação, a um novo patamar de qualidade de vida.
Um foco concentrado nos faz descobrir recursos internos e estratégias que nem sequer imaginávamos que  existissem.

Usar o poder de decisão lhe dá a capacidade de vencer qualquer desculpa e modificar qualquer parte de sua vida num instante. Um verdadeira decisão não aceita qualquer outra alternativa, é uma atitude de total comprometimento na conquista de determinado objetivo.

Mas, o que nos faz tomar essa real decisão ? o que nos motiva a agir de modo que nunca havíamos pensado? O que nos dá coragem para arriscar o novo?

TUDO O QUE FAZEMOS É POR UM MOTIVO.
Nem sempre sabemos exatamente a razão, mas há uma força motriz por trás de todo comportamento. O que fazemos se deve à nossa necessidade de evitar mais dor ou ao nosso desejo de obter um maior prazer.

Na maior parte das vezes, as pessoas falam em mudar e escolhem o que querem fazer, mas não decidem realmente. Ficam frustadas e furiosas consigo mesmo, por que sabem que precisam agir, mas não conseguem.  É que acreditam que agir, naquele momento, será mais doloroso do que adiar.
O medo da perda é muito maior que o desejo de ganhar  (as vezes até temem perder a situação ruim atual).

A maioria das pessoas trabalha muito mais para conservar o que tem do que para correr os riscos necessários para conseguir o que realmente deseja.

Mas quando adiam muito, o que acontece? A dor torna-se maior. É por isso que acabam por chegar num momento insuportável onde a decisão se fortalece, pois o novo e o arriscar já se mostra menos doloroso do que a situação atual. Compreendendo  e utilizando essas  forças da dor e do prazer você será capaz, de uma vez por todas, criar mudanças duradouras e os melhoramentos que deseja.

Não espere pela situação extrema, escolha o patamar de vida que deseja conquistar a curto, médio e longo prazo e tome uma decisão agora. E lembre-se decisões verdadeiras são as que o levam a AGIR.