Mais feliz !

Publiquei aqui diversos posts sobre a felicidade. Volto a falar sobre isso.
Conforme o explanado no filme “o Código de Matrix”  de Mike Dooley e muito bem explicado na palestra proferida por Aldo Novak sobre esse assunto, a felicidade é um sentimento autonomo.

Isto quer dizer que temos controle sobre esse sentimento.
Que não devemos depender de nada ou ninguém para conquistá-la.
Cabe aqui esclarecer que felicidade é diferente de alegria, assim como infelicidade é diferente de tristeza. Podemos estar feliz e termos momentos triste e vice-versa.
A felicidade é um estado interno, um luz interior, uma maneira de se  conectar com o mundo a sua volta. Isso requer vigília e treinamento.
Vigiar seus sentimentos e emoções, procurar elementos que te tragam essa felicidade interior, buscar recursos que te façam se amar mais e descobrir suas maiores capacidades.
Principalmente deixar as mágoas para trás, perdoar e agradecer a tudo e a todos.

Deixo abaixo um singelo poema, sobre como podemos facilmente afastar a tristeza e reencontrar essa felicidade interior.
Lembre-se, tudo está dentro de nossa mente e de nosso coração.

 

Faça o seguinte: …assopre o pensamento triste, 
deixe escorrer a última lágrima,
conte até vinte.

Abra a janela,
aquela que dá para o vôo dos pardais,
procure a luz que pisca  lá na frente  (evite as sombras que ficaram lá pra trás).

Ao encontrá-la,
coloque-a dentro do peito de tal jeito,
que possa ser notada do lado de fora;
acrescente agora uma pitada de poesia,
do tipo que passa por nós todos os dias
e nem sequer consegue ser notada.
aumente o brilho,
com toda a intensidadede que um sorriso é capaz.

A felicidade é o seu limite e o paraíso é você mesmo quem faz!
(Autor: desconhecido)

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A conquista da felicidade II

Recebi alguns comentários de pessoas que me dizem:

Como pode a felicidade ser apenas uma escolha?

No meu peito tem uma dor que acumula todas as mágoas e dores de minha vida e do qual não consigo me livrar, não me liberto, e isso dói o tempo todo, toda vez que vejo ou penso em quem me magoou ou no que causou minha dor, toda vez que a vida me traz uma situação semelhante.
Carrego amargura, mágoa, sofrimento e por mais que faça, a felicidade não vem.

Eu sou um exemplo vivo disso, minha vida não foi fácil, nada facil, porém foi muito rica e me transformou no que sou hoje e agradeço por isso.

A questão aqui é que podemos também escolher o perdão, o viver aqui e agora e não no passado, e também em buscar ajuda efetiva para superar todas as dores dos quais você diz não conseguir se libertar sozinho. Continue a buscar até encontrar a solução, a libertação, por que ela existe sim em algum ponto do seu caminho de vida, mantenha a esperança.

Mantenha-se otimista e positivo.

No meu caso  foram muitos anos de busca, terapias, meditação e de conversas sinceras comigo mesma.

Hoje existem recursos muito poderosos que ultrapassam o espaço-tempo indo até o passado e transformando o que estava lá cristalizado, principalmente recomendo a constelação sistêmica, a PNL, os florais, o reiki, e outros… Mas cada pessoa tem seu próprio caminho e deve buscá-lo, respeitando o que acredita e valoriza.

Olhe para dentro de si com coragem, não tema ver o que falta, o que te incomoda ou te deixa infeliz, pois só assim poderá decidir como procurar a solução. Algumas dores são muito difíceis de sair mesmo, mas busque, busque, insista, por que a conquista dessa felicidade, traz saúde, auto-estima, paz,…
Foque sempre em como solucionar, liberte-se da dor, passo a passo, dia a dia.

Lembre-se, trata-se de uma mudança de percepção perante os fatos vividos, apenas isso!!!!

Por isso, escolha ser feliz agora! Tenha essa como sua principal meta diária!

Você quer mudar? ou não?

O que está acontecendo?
Por que a negatividade, a falta de fé, de esperança e o desanimo estão se alastrando tanto?

Saimos na rua e dá para contar nos dedos o número de pessoas que fala algo de bom, de positivo, de agradável, e que está feliz.
A grande maioria apresenta apenas queixas e lamúrias.

Quando digo que é possível sim realizar mudanças na vida (inclusive ressalto que eu sou um exemplo vivo disso), muitos me olham incrédulos, como se isso fosse imponderável.

Como podem não ver que a vida que têm hoje é resultados das escolhas que fizeram no passado e que, do mesmo modo, poderão planificar uma vida diferente para o futuro?

Conheço algumas pessoas que se sentem amarradas aos seus cotidianos, às suas lutas e rotinas, extremamente infelizes, e que acreditam profundamente que nada pode ser mudado, que é o destino, que têm que aceitar e,… continuam reclamando.

O pior é que nem querem conversar sobre isso, não aceitam ajuda de um profissional coach que pode ajudá-las a encontrar outras opções, novas respostas e novos olhares para a sua vida.

Pense bem, quando você fez uma grande mudança em sua vida para melhor, como foi?
No início, fica-se um pouco balançado, mas depois, nem dá para acreditar que ficou tanto tempo para tomar coragem em mudar e é comum ouvir “ por que demorei tanto para fazer isso?”

Qual é o padrão que vem se repetindo constantemente em sua vida e que você quer mudar?

O que tem te deixado infeliz? O que você acredita ser impossível mudar?

Será mesmo impossível?

Mudar é bom, regenera a vida, rejuvenesce, motiva, traz felicidade, autonomia.

Não devemos temer a mudança.
Pequenas mudanças, pequenos hábitos alterados contem um grande poder de transformação.

Não protele! Experimente!

Eu garanto, todos estão prontos e são capazes  de realizar as mudanças a que se propõe!

Terceirizando Responsabilidades – Você é feliz?

Um artigo publicado no jornal nos chamou a atenção, pelo tema enfocado. Tratava das desculpas que sempre damos para justificar a nossa infelicidade.

O articulista dizia que um amigo seu, depois de mais de uma década de casamento infeliz, separou-se e, após temporária euforia, caiu em profunda tristeza.

Curioso, perguntou-lhe: “qual a razão para tanto sofrimento?”.

E seu amigo respondeu: “aquela maldita está me fazendo uma grande falta, pois agora já não tenho a quem culpar pela minha infelicidade”.

O curioso é que muitas vezes nós também agimos de maneira semelhante, pois sempre estamos à procura de alguém a quem responsabilizar pela nossa infelicidade.

E isso é resultado do atavismo que trazemos embutido na nossa forma de pensar e agir.

Quando somos jovens ouvimos nossos pais e amigos dizerem que um dia encontraremos alguém que nos faça feliz.

Então acreditamos que esse alguém tem a missão de nos trazer a felicidade. E passamos a aguardar que chegue logo para fazer o milagre.

Mas, antes disso, quando ainda somos criança, nossos pais acham sempre algo ou alguém a quem culpar pelo nosso sofrimento.

Se nos descuidamos e tropeçamos numa pedra, a culpa foi da pedra, que não saiu da nossa frente.

Se brigamos com o amiguinho, foi ele que nos provocou. Se tiramos nota baixa na escola, a culpa é do professor que não soube nos ensinar.

E é assim que vamos terceirizando nossos problemas e nossa felicidade. E, por conseguinte, as responsabilidades e as soluções.

Se sinto ciúmes, é porque a pessoa com quem me relaciono não permite que eu dirija a sua vida. Embora devesse admitir que é porque não sinto confiança em mim.

Se a inveja me consome, a culpa é de quem se sobressai, de quem estuda mais do que eu, de quem avança e não me dá satisfação dos seus atos.

Se alguém do meu relacionamento tem mais amizades e recebe mais afeto do que eu, fico inventando fofocas para destruir as relações, em vez de conquistar, com sinceridade e dedicação, o afeto que desejo.

Se uma amiga, ou amigo, faz regime e emagrece, e eu não consigo, fico infeliz por isso.

Se tenho problemas de saúde e não melhoro, a culpa é do médico, afinal eu o pago para me curar e ele não cumpre o seu dever…, ainda que eu não siga as suas orientações.

Se não consigo um bom emprego é porque ninguém me valoriza, e às vezes esqueço de que há muito tempo não invisto na melhoria de minha qualidade profissional.

Pensando assim, nós nos colocamos na posição de vítimas, julgando que só não somos felizes por causa dos outros. Afinal, ninguém sabe nos fazer feliz…

Importante pensar com maturidade a esse respeito, pois somente admitindo que somos senhores da nossa vida e do nosso destino, deixaremos de encontrar desculpas, e faremos a nossa parte.

Se seus relacionamentos estão enfermos, analise o que você tem oferecido aos outros. De que maneira os tem tratado. Que atenção tem lhes dado.

Considere sempre que você pode ser o problema. Analise-se. Observe-se. Ouça a sua voz quando fala com os outros.

Sinta o teor de suas palavras. Preste atenção quando fala de alguém ausente.

Depois dessas observações, pergunte-se, sinceramente, se você tem problemas ou se é o próprio problema.

Não tenha medo da resposta, afinal você não deseja ser feliz?

Então não há outro jeito, a não ser enfrentar a realidade…

A felicidade é construção diária e depende do que consideramos o que seja ser feliz.

Se admitimos que a felicidade é uma forma de viver, basta aprender a arte de bem-viver.

E bem viver é buscar a solução dos problemas, sem terceirização…

É assumir a responsabilidade pelos próprios atos.

É admitir que a única pessoa capaz de lhe fazer feliz, está bem perto…

Para vê-la é só chegar em frente ao espelho, e dizer: “muito prazer pessoa capaz de me fazer feliz!”

Pense nisso, e vá em busca de sua real felicidade, sem ilusões e sem medo.

(autor desconhecido) Texto enviado por Rubens Gomes da Silva,
se alguém conhecer  a autoria, por favor, comunique.