Coach – Um treinador para a mente e o espírito

Contratar um orientador pessoal – um coach – era coisa para altos executivos. Hoje, é para quem quer evoluir (e puder pagar)

MARCOS CORONATO, COM DANIELLA CORNACHIONE

EM DUPLA O apresentador de TV Marcelo Tas e sua coach, Flávia Lippi. Com ela,  Tas diz ter aprendido a conseguir melhores resultados tanto em reuniões de trabalho quanto em conversas sérias com a família   (Foto: Filipe Redondo/ÉPOCA)EM DUPLA O apresentador de TV Marcelo Tas e sua coach, Flávia Lippi. Com ela, Tas diz ter aprendido a conseguir melhores resultados tanto em reuniões de trabalho quanto em conversas sérias com a família (Foto: Filipe Redondo/ÉPOCA)

O que há em comum entre o apresentador de televisão Marcelo Tas e os graduandos do prestigiado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos? Uma característica que eles poderiam partilhar é uma certa tranquilidade com relação ao êxito profissional. Tas é reconhecido há quase 30 anos como comunicador bem-sucedido e inventivo. Os alunos que saem do MIT são reconhecidos como craques em tecnologia e podem disputar bons empregos em qualquer lugar do mundo. Mas outro ponto em comum entre Tas e muitos recém-formados da elite intelectual americana é a disposição de recorrer a um tipo muito específico de “instrutor” mental e emocional, que se propõe a ajudar o “aluno” a lidar com angústias ou desafios variados, profissionais ou não. Esse instrutor, que costuma atuar por meio de sessões de conversas privadas, como se fosse um psicólogo, é conhecido pelo termo “coach” (que, em inglês, define também o técnico ou treinador de atletas).

Há alguns anos, esse tipo de serviço só era contratado por grandes empresas que queriam melhorar o desempenho de seus executivos mais promissores em ascensão. Hoje, os coaches se tornaram mais baratos e versáteis – atendem a qualquer um que possa pagar e se propõem a ajudar o cliente (ou “coachee”) a perseguir objetivos variados, como lidar melhor com subordinados, chefes, dinheiro, tempo, organização, família e relacionamentos, ou até a definir melhor novos objetivos para o futuro. Quem oferece o serviço precisa reunir uma combinação difícil de talentos, dependendo das metas a que se propõe. Alguns coaches exibem experiência na mesma área profissional que o cliente, outros têm credenciais acadêmicas como profissionais de saúde mental, outros ainda fizeram carreira como consultores. Mas todos precisam ter treinamento específico de coaching e muita sensibilidade para equilibrar os papéis de professor particular, bom ouvinte, confidente e conselheiro. Um treinador desses seria útil para você?

RENOVADA
A analista Mônica Miranda em casa. Com o coaching, ela diz que se tornou mais segura (Foto: Guillermo Giansanti/ÉPOCA)

Quem já se dispôs algum dia a fazer terapia ou análise pode responder “sim” mais facilmente. O coaching tem características bem distintas dessas práticas (leia sobre as semelhanças e diferenças no quadro), mas todas requerem, de quem contrata o serviço, um comprometimento parecido: disposição para ter com um desconhecido conversas profundas e, às vezes, desconfortáveis, confiança nesse interlocutor, respeito intelectual por ele, vontade de mudar, disciplina para manter a frequência das sessões. “Eu tinha um certo preconceito com relação ao coaching, uma impressão que era coisa para executivo ou de autoajuda, na linha ‘leia este livro e fique inteligente’”, diz Marcelo Tas. “Mas o coaching me ajudou a organizar a mente, a usar minhas ferramentas mentais para resolver algo difícil.”

Ele experimentou essa forma de autoaprimoramento durante três meses, em 2011, e planeja repetir a dose. Entre as situações desafiadoras, Tas menciona tanto uma reunião de trabalho em que ele antes ficaria numa postura defensiva quanto uma conversa delicada e tensa com a filha. Tas já fez terapia e pratica meditação, experiências que o tornam um coachee mais aberto e propenso a mergulhar em jornadas de autoconhecimento. Mas mesmo os mais fechados e desconfiados podem aprender a extrair o melhor do coaching. É o caso de Mônica Miranda, analista de regulação do setor farmacêutico. Em 2010, após uma demissão traumática, ela percebeu que estava obcecada pelos erros passados. Segundo ela, o coaching a ajudou a identificar seus pontos fortes e se concentrar no futuro. Desde 2011, está empregada em outra companhia. O coaching pode trazer benefícios diversos – desde que o cliente tenha as expectativas adequadas e saiba diferenciar os profissionais sérios dos picaretas.

Flávia Lippi, a coach que convenceu Tas a experimentar o sistema, enumera alguns pontos básicos. O coaching começa com definições bem claras de metas a cumprir, número de sessões necessárias, data para terminar, contrato de direitos e deveres dos dois lados e formas de medir os resultados, como relatórios regulares. Não há trabalho sem metas nem por tempo indefinido, como seria aceitável numa terapia. Cada coach usa um método. As sessões podem incluir gravações de vídeos do coachee para comparações ao longo do processo, exercícios mentais para fazer durante as sessões e fora delas, resposta a questionários e confronto com situações hipotéticas. “Numa sessão de coaching, não há espaço para conversas soltas, sem objetivo definido. Há um método colocado em prática”, diz Flávia.

Mesmo com essas exigências, há uma proliferação preocupante de prestadores de serviços que se apresentam como coaches, muitos deles sem o treinamento adequado, ou simplesmente sem o grau indispensável de inteligência, sensibilidade ou experiência de vida necessário para um trabalho tão difícil.

Nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Austrália, o uso do sistema se difundiu entre grandes empresas nos anos 1990. Os executivos logo perceberam que poderiam colher benefícios também fora do ambiente profissional, e a moda se espalhou pelo mundo. No Brasil, o coaching para executivos ganhou força por volta de 2000. E a modalidade conhecida como “life coaching”, voltada para qualquer aspecto da vida, nos últimos cinco anos. As maiores empresas de preparação de coaches no Brasil, juntas, formavam algumas centenas de pessoas por ano até 2009. Atualmente, esse número deve chegar perto de 5 mil. Com a oferta crescente, o interessado no serviço deve dobrar os cuidados. Os preços cobrados já servem como pistas. Nos Estados Unidos, a hora de um coach respeitável custa a partir de US$ 200, a média é de US$ 500, e os mais caros chegam a cobrar US$ 3.500. No Brasil, os preços razoáveis começam na casa dos R$ 100 por hora e podem superar um pouco os R$ 1.000 por hora. Preços inferiores a essa faixa devem ser vistos com cautela. Susan David, doutora em psicologia clínica, pesquisadora da Universidade Yale e fundadora do Instituto de Coaching Harvard/McLean, propõe três critérios para a contratação de um coach: 1) ele deve exibir certificações, treinamento, experiência ou credenciais acadêmicas relevantes para lidar com os objetivos propostos – duas das certificações reconhecidas são da ICI (Associação Internacional dos Institutos de Coaching) e da ICF (Federação Internacional de Coaching); 2) deve ser capaz de descrever claramente que método usará e como os resultados aparecerão; e 3) deve ser alguém que investe na própria educação continuada e evolução pessoal. Bons coaches costumam usar regularmente os serviços de outros coaches.

É caso para coach? (Foto: reprodução)
Transcrição da reportagem da revista Época – ver publicação original – http://revistaepoca.globo.com/Vida-util/noticia/2012/06/um-treinador-para-mente-e-o-espirito.html
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Exemplos de algumas metas que são trazidas para o Coaching de vida

Por mais que existam explicações por toda a literatura e internet a respeito do Coaching, uma grande parte das pessoas apresenta certa dificuldade de entender o que esse processo pode trazer para sua vida. Como já disse anteriormente, isso fica muito claro após a vivência ao menos de uma única sessão.

De qualquer forma trago aqui mais uma definição que me foi enviada hoje  sobre Life Coaching (ou coaching de vida) e logo abaixo uma lista de alguns temas que foram trazidos por meus clientes para serem trabalhados.

“Life Coaching é algo que você escolhe fazer porque deseja implementar mudanças na sua vida de uma forma direta, objetiva e intensiva com vista a um desenvolvimento pessoal, social e profissional.

Life-Coaching ou simplesmente Coaching é um processo prático e objetivo de reorganização e reestruturação de vida, através de uma reavaliação profunda de valores, crenças, comportamentos, competências e objetivos, direcionado para o futuro.

O objetivo do trabalho do Coach é auxiliar uma pessoa na criação e implementação de uma estratégia mais satisfatória da maneira de viver a vida pessoal, social e profissional, através de uma reavaliação profunda da sua vida de forma a atingir um estado de bem estar e satisfação plenos.

O Bem-Estar é reconhecidamente o fator mais desejado pela maioria das pessoas, como o componente fundamental para o que se costuma chamar Qualidade de Vida.”( Ana Lucia de Mattos Santa Isabel )

Alguns temas trazidos para o coaching:

  • Autoconhecimento – entrar em contato com quem se é de verdade
  • Descobrir seus talentos, paixão e propósito de vida
  • Definir e planificar a transição para um novo cargo/ empresa ou carreira
  • Estabelecer e sedimentar novos hábitos para a melhoria e manutenção da saúde.
  • Viabilizar financeira e logisticamente fazer um MBA no exterior e manter um vínculo empregatício aqui no Brasil.
  • Compatibilizar o desenvolvimento de um novo produto com a atual gestão da pequena empresa. (meta pessoal do pequeno empresário)
  • Conseguir equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
  • Verificar se tem o perfil necessário para ser empresário, descobrir o que falta e como desenvolver. Criar um plano de ação para isso.
  • Conquistar um patrimônio no prazo de 15 anos que permita se aposentar com tranquilidade e excelente padrão de vida.
  • Melhorar habilidades de comunicação e relacionamento profissional e pessoal.
  • Criar um plano de carreira que permita além do desenvolvimento profissional, expandir tempo para o desenvolvimento pessoal (estudos e espiritualidade) e lazer.
  • Detectar e desenvolver novos hábitos para uma melhoria na organização e administração de sua vida pessoal e profissional.
  • Descobrir e alavancar uma nova atividade profissional.
  • Duplicar renda atual no prazo de um ano e estabelecer metas de crescimento para um profissional autônomo.
  • Como conseguir uma vida mais livre de rotinas e horários.

Como exemplifica a relação acima, os temas são muito variados e amplos. Na realidade, em todos os processos foram definidas e alavancadas as metas de curto, médio e longo prazo para as diversas áreas da vida e em especial para a meta trazida pelo cliente.

Então, se você tem um assunto, questionamento ou meta que não está conseguindo desenvolver, eu lhe auxilio a encontrar o caminho. Agende uma sessão.

O que não é coaching

Já escrevi algumas vezes sobre o que é coaching? Veja em https://andreabertoncel.wordpress.com/category/o-que-e-coaching/

Quero aqui falar um pouco sobre o que não é coaching.
Muito se tem falado gerando dúvidas, por isso coloco abaixo que coaching não é:

Mentoring – é quando um colega de trabalho considerado com maior conhecimento e sabedoria  dá conselhos e fica como modelo (padrinho) .

O coaching e o mentoring podem estar relacionados  quando a atuação é empresarial.

Aconselhamento – Nesse caso, o profissional indica uma direção e dá conselhos ao cliente que se encontra desconfortável ou insatisfeito com sua vida.

Terapia –  trabalha com um cliente que procura alívio para algum sintoma físico ou psicológico. Nesse caso,  o cliente procura se livrar da dor e é, em geral , voltado mais para a compreensão e trabalho  sobre experiências passadas e não em planificar o futuro.

Tanto aconselhamento  quanto terapia são remediativos, enquanto o coaching é generativo.
O próprio cliente encontra suas respostas e define a direção a tomar utilizando-se das ferramentas de coaching.

Treinamento  – é o processo de adquirir habilidades específicas através de estudo e experiência. Normalmente  é realizado em grupos e de forma genérica.

Consultoria – Um consultor utiliza sua experiência e conhecimento para  resolver problemas de negócios, ou até desenvolve o negócio como um todo. Ele lida com a organização como um todo e não com determinadas pessoas dentro da organização.

O coaching é um processo desenvolvido numa parceria sinérgica, isto é, um a um.

Ensino – o professor passa seu conhecimento para o aluno sobre um determinado assunto específico. O professor sabe  o que o estudante não sabe.

No caso do coaching é exatamente o oposto.
O cliente é que sabe e encontra suas respostas, e descobre suas competências e habilidades para conduzir sua vida.

Ah! ia esquecendo, claro que coaching também não é tarô, astrologia, vidência, tai-chi, reiki, numerologia, futurologia, hipsnose, radiestesia,… Não tenho nada contra essas práticas, mas também ressalto que isso NÃO É COACHING.

Você é sua empresa?

Uma característica muito comum a pequenos empresários é a de misturar sua vida pessoal com sua vida empresarial. Isso ocorre em diversos aspectos: divisão de tempo, colocar a família para trabalhar no negócio , não ter as finanças de forma independente, perder a privacidade,…

Como fica então a vida da empresa? Como poderá crescer, ter controle sobre seus lucros, reinvestir?

Como saber quando pode gastar na sua vida pessoal e quando investir no negócio sem um planejamento financeiro claro e definido?

Outra dificuldade encontrada é a em delegar. Pequenos empresários tendem a ser centralizadores, a acreditar que devem exercer o controle total sobre todos os aspectos da empresa, o que, também pode retardar o seu crescimento.

É imprescindível que o empresário aprenda a ser lider, adquira uma visão de longo prazo  e estabeleça metas consistentes de crescimento.

Se você sente que tem as características descritas, faça coaching.
Você irá se surpreender com o resultado!

Coaching para Profissionais Liberais !!

Se você é um profissional liberal ou pequeno empresário, mesmo contando com a ajuda e suporte de outros profissionais, sabe que todas as decisões que conduzem ou não ao sucesso estão em suas mãos.

Sob esse ponto de vista, o coaching é o processo perfeito para que você possa conquistar diversos benefícios, entre os quais :

– dominio para tomada de decisão,

– adquire características de leader coach,

– equilibra sua vida pessoal e profissional,

– aumento natural de performance, otimizando suas habilidades e competências,

– aumento significativo de auto-confiança e auto-estima

– melhora no relacionamento  em geral 

– maior habilidade em lidar com o stress;

– tomada de consciência sobre suas potencialidades e necessidade de desenvolvimento,
incentivo ao querer aprender continuamente;

– clarificação, planejamento e  motivação para conquistar suas metas pessoais e profissionais;

– missão, valores e visão da empresa afinados com sua missão, valores e visão pessoais,

– eficácia no crescimento de sua carreira ou pequena empresa.

Processo completo em 12 sessões.

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